Pedófilos, suicidas e viciados em drogas: estes são os pais da Ideologia de Gênero

É como se alguém tivesse aberto as portas de um hospício e as teorias dos loucos mais famosos se tornassem a matéria principal das melhores escolas e universidades do mundo. Não há nada de objectivo nas suas ideias, nem mesmo a diferença biológica entre os cromossomas XX e XY que determina os sexos masculino e feminino. Cada um é o que imagina ser!

Este é o argumento dos ideólogos de género e profetas do "pansexualismo", alguns deles divulgaram as suas teorias mesmo antes de terem sido postos em camisas de força. Muitos deles experimentaram a pedofilia, bestialidade, a toxicodependência de forma grave e, em alguns casos, o suicídio. Quem conseguiu ter uma vida tranquila entre eles foi uma excepção.

Entre eles não esteve apenas uma revolta contra a família dita "tradicional", em especial contra os pais (figura paterna), a imposição do relativismo e do politicamente correcto, mas principalmente uma guerra contra a natureza, ou seja: a realidade mais óbvia. Entre eles imperou o absolutismo do desejo, da vontade, das ideologias.

Não há nada fora de nós [de nossas mentes] que seja objectivo, disse Fiedrich Nietzsche, o filósofo a partir do qual todos os ideólogos de género [do sec. XX] deram início às suas teorias.

Terapia sexual

Deus está morto, disse o pensador alemão, e se Deus morreu, também morreu a natureza criada por Ele. Portanto, nada define o que sou, só eu posso definir isso. Nietzsche, aliás, acabou num hospital psiquiátrico durante os últimos anos da sua vida.

Ideólogos da sexualidade, alguns adeptos da filosofia nietzschiana, desenvolveram verdadeiras psicopatologias, terminando os seus dias como internos psiquiátricos da mesma forma que o "grande mestre". Este foi o caso do médico alemão Wilhelm Reich, ícone da Psicologia moderna por ter sido o idealizador da abordagem teórica conhecida como "Bioenergética", uma versão "científica" de concepções místicas milenares importadas do Oriente.

O médico Wilhelm Reich, após vários conflitos com a justiça, com a comunidade científica e de relatar ter travado uma "batalha interplanetária em larga escala" para defender a terra de alienígenas interessados numa máquina que criou, chamada 'cloudbuste', abusou de mulheres que participaram na sua 'terapia sexual'. Reich morreu de ataque cardíaco na penitenciária de Lewisburg, na Pensilvânia, EUA, em 1957, após ser diagnosticado com esquizofrenia paranóide e progressiva.


Ortodoxia comunista

Uma vida semelhante levou o filósofo francês Michel Foucault, considerado uma das maiores referências da ideologia de género. Homossexual, membro do Partido Comunista, teve uma juventude um pouco conturbada, durante a qual foi iniciado no sadomasoquismo e uso de drogas de todos os tipos durante seu tempo na União Soviética. Ele tentou o suicídio várias vezes e morreu de SIDA em 1984, aos 57 anos.

Outro filósofo comunista francês, Louis Althusser, não terminou muito bem. Em 1980 estrangulou a sua esposa Hélène, o que levou ao seu internamento num hospital psiquiátrico. Althusser escreveu a obra "Aparelhos Ideológicos do Estado", onde demonstra como uma ideologia é utilizada para subverter e controlar culturalmente uma nação, através de recursos (aparelhos) como as escolas, universidades, força policial, sindicatos, etc.

Planned Parenthood

A grande multinacional americana Planned Parenthood promove o aborto em vários países. Apenas nos Estados Unidos, 530 milhões de dólares eram usados para financiar cerca de 324 mil abortos - por ano - no país, dinheiro esse que foi cortado depois da tomada de posse do Presidente Donald Trump.

A fundadora da Parenthood, Margaret Sanger, abandonou os seus filhos por causa da sua ninfomania. Grande fã de eugenia e controle populacional, especialmente entre a população imigrante e as classes sociais mais pobres, chegou a ser próxima do Ku Klux Klan. Ela morreu em 1966, quando era uma alcoólatra incontrolável.

Para Shulamith Firestone, outra grande referência do feminismo radical e da ideologia de género, a maternidade foi "a opressão radical das mulheres." Ela passou vários anos numa clínica psiquiátrica devido ao tratamento da sua esquizofrenia, quando em 2012 foi encontrada morta em casa.

Além da iniciação sexual infantil, Firestone defende no livro "A Dialética do Sexo" a extinção total das diferenças sexuais, negando que a maternidade, por exemplo, seja exclusividade das mulheres e algo natural. Para isso ela propõe que novos métodos de reprodução sejam explorados, para que a mulher não precise mais de dar a luz.

"Assim também a meta final da revolução feminista deve ser, ao contrário da meta do primeiro movimento feminista, não apenas a eliminação do privilégio do homem, mas também da própria distinção sexual: as diferenças genitais já não significariam nada culturalmente", escreveu ela.

De resto, a contribuição da ideologia de género feminista tem sido muito activa. Outra conhecida pelo seu radicalismo era Kate Millet, de ideias maoístas, que "se converteu" ao lesbianismo não meramente por uma questão sexual, mas pelo ódio aos homens.

Grande defensora do totalitarismo, ainda disse que "o privado também é político". No final da sua vida foi internada num hospital psiquiátrico e pediu vigilância 24 horas, porque ela mesma estava ciente do seu desejo incontrolável pelo suicídio.

Margaret Mead disse que os papéis sexuais eram construídos culturalmente a partir da sua experiência na região de Samoa, na Polinésia Oceania. Mas em seguida mostrou que a ilha não era representativa em relação ao conjunto da Humanidade

Outra mulher e não menos importante do que Mead foi a filósofa feminista Simone de Beauvoir. A namorada do filósofo existencialista Jean Paul Sartre argumentou que ninguém nasce mulher, mas torna-se numa. Segundo ela, isso é uma "construção social".

A morte dela por causas naturais foi uma excepção entre a multidão de suicídios cometidos por outros autores. A sua grande contribuição para o progressismo e o marxismo cultural foi o conceito de género como uma construção social que seria introduzida na psicologia e sexologia dos anos 50.

Um refúgio do progressismo repressivo

Kinsey, um pedófilo e promotor do sadomasoquismo, havia reivindicado que 37% dos homens tinham experimentado prazer em experiências homossexuais; mas depois a fraude foi descoberta: fez a pesquisa apenas entre a população prisional.

O rigor científico não era a preocupação do sexólogo mais influente da Universidade de Indiana. As conclusões de Kinsey, alcançadas após a realização de 5300 entrevistas pessoais, foram na verdade manipuladas pelos seus métodos e intenções. Além de fazer as entrevistas em contextos discrepantes da realidade social comum, como entre a população prisional, mais tarde soube-se também que Kinsey e a sua equipa praticavam a pedofilia e promoviam o sadomasoquismo na Universidade de Indiana.

A autora responsável por grande parte dessas denúncias foi Judith Reisman. Para os interessados vale a pena procurar: "Kinsey: crimes e consequências".

Igualmente perturbado foi o antropólogo francês Georges Bataille. Embora inicialmente tenha estudado para o sacerdócio, muito cedo abandonou esse caminho afirmando que as suas verdadeiras igrejas eram os bordéis de Paris.

Ele foi um defensor do satanismo orgiástico e fundou uma sociedade secreta para a prática de sacrifícios - não foram realizados, embora tivessem surgido voluntários - e sexo ritual.

Comentário:

A ideologia de género possui raízes e autores mais antigas que os que foramcitados neste texto. A diferença está no delineamento e consolidação da concepção de "género" como uma ideologia. 

O francês Abel Jenniere, por exemplo, autor de "Antropologia Sexual", foi um dos primeiros a dar os contornos dessa ideologia, ao tentar explicar por meio do pensamento antropológico o comportamento sexual humano. Os argumentos desse autor são rasos, mas ilustra com precisão o que seria dito décadas depois da sua obra por alguns dos autores citados acima, como Shulamith Firestone.

O arqueologista Timothy Taylor, professor da Universidade de Viena, defende que já na era glacial havia a concepção de "signos sexuais", o que podemos entender como equivalente à ideia de "género". Todavia, ao contrário de hoje em dia, a noção de género no passado servia para reforçar as diferenças entre os sexos e não para as ignorar. 

Os autores referidos neste texto desenvolveram a questão de "género" apenas como uma ideologia e puseram-lhe uma maquilhagem "científica", motivo pelo qual se tornaram mais conhecidos, bem como pelo avanço globalizado dos meios de comunicação.

in opiniaocritica.com.br (com informações Actuall)
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