A SANTIDADE É UMA NECESSIDADE, NÃO UM LUXO


Nos santos, não celebramos apenas uma morte santa; em cada santo, celebramos toda uma vida santa. É que, embora celebremos os santos depois da morte, há que perceber que eles foram santos durante a vida. Os santos do céu começaram a ser santos na terra. Se eles conseguiram, porque é que nós não havemos de tentar?

Acontece que a santidade não faz bem apenas ao santo. Como notou Teresa de Calcutá, «a santidade é uma necessidade» — não um luxo — para o mundo. Um dia, havemos de concordar com Gounod quando afirmou que «uma gota de santidade vale mais do que um oceano de gênio».

A meta está apresentada e o caminho também nos é constantemente disponibilizado: é o caminho das Bem-Aventuranças, das felicitações, da felicidade. O mais espantoso é que nem a adversidade é capaz de travar a felicidade. Até na adversidade podemos ser santos, ou seja, felizes.

Não esqueçamos que os santos são humanos como nós. Que nós não desistamos de ser santos como eles!

Frei Francisco Bezerra do Nascimento, OFMConv.

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