Até as redes sociais podem ser (fecundas) redes missionárias

É preciso estar onde as pessoas estão. E se há problemas, também há-de haver uma forma de lidar com os problemas. É sabido que, hoje em dia — e em noite! —, as pessoas estão nas redes sociais. Será legítimo subestimar ou abandonar este novo mundo, ainda por cima tão densamente povoado?
Tanta gente que por ali passa! Como não apresentar aí o Deus que nos enlaça, o Deus que sempre nos abraça? Estes novos meios também podem ser vistos como «novos púlpitos». Além do mais, eles podem ensinar-nos a importância de trabalhar em rede, interagindo com quem questiona, com quem inquieta, com quem procura.

  1. As redes sociais podem ser também estimulantes redes missionárias. Há muitas aproximações — ou reaproximações — à fé que começam nas redes sociais para prosseguir fora das redes sociais: no confessionário, na Eucaristia, num compromisso global com o Evangelho.
É por isso que, concretamente em relação ao «facebook», diria: «nem sempre nem nunca». Tão perigoso é nunca estar no «facebook» como estar sempre no «facebook». O importante é saber estar no «facebook» como se deve saber estar na vida: com critério, com equilíbrio e sobretudo com sentido de missão e não apenas diversão.


Frei Francisco Bezerra do Nascimento, OFMConv.
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