AS MÃES SÃO UM «EVANGELHO VIVO»


Só o amor aproxima de Deus. Deus é amor e, por tal motivo, o amor é divino. É por isso que, na pauta para o juízo final, Jesus propõe, como critério supremo, não o amor da ciência, mas a ciência do amor (cf. Mt 25).

Os cristãos da primeira hora eram conhecidos pelo empenho que punham na vivência do «mandamento novo do amor». Que os cristãos desta nossa hora não esqueçam o mandamento que nunca deixa de ser novo. Anunciemos a todos o Deus do amor. E depositemos em cada pessoa um pouco do incomensurável amor de Deus.

Um pouco de amor nunca é pouco. Um pouco de amor é sempre muito. Em Deus, o amor é tudo e para sempre. É assim, aliás, que as mães se comportam para com os filhos. As mães são as «profissionais do amor». Mesmo quando não se sentem amadas, elas nunca deixam de amar. Nem a ingratidão apaga o amor no seu coração.

É por isso que as mães são um «Evangelho vivo». Não deixemos, então, de ler — e meditar — o «Evangelho segundo as mães». Vivamos o Evangelho olhando para as mães, a começar por Maria, modelo de todas as mães. Foi na Sua carne que Jesus Cristo Se fez carne. Que na nossa vida deixemos que Jesus Se faça vida. Hoje. Amanhã. E sempre!


Frei Francisco Bezerra do Nascimento, OFMConv.

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