NÃO SOMOS CHAMADOS A «FORTIFICAR», MAS A «FRUTIFICAR»


A pior limitação é não sermos capazes de reconhecer os nossos limites. Viver a partir de Cristo não nos apouca; pelo contrário, faz-nos crescer maximamente. Entreguemo-nos a Cristo. Permaneçamos sempre em Cristo. Em Cristo, Deus é ilimitado nos Seus dons. Só temos de abrir o que, tantas vezes, parece fechado: as portas do nosso coração, as janelas da nossa alma.
Somos (não fomos) batizados; que estamos a fazer do dom do Baptismo? Recebemos o Corpo do Senhor; que estamos a fazer do dom da Eucaristia? Nós somos os ramos, Jesus é a videira (cf. Jo 15, 5). Os ramos não dão qualquer fruto sem a videira. Sem a videira, os ramos secam (cf. Jo 15, 6). Sem Cristo, secamos. Sem Cristo, a nossa vida é uma «seca».

Aceitaremos que a nossa vida seja uma «seca»? Mas só Cristo fecunda a nossa vida. Só em Cristo daremos frutos. Importante não é parecer fortes, mas dar fruto. Nós não somos chamados a «fortificar», mas a «frutificar». E só frutificaremos a partir da seiva que vem de Cristo.
Assim sendo, nunca nos separemos da verdadeira vide, que é Cristo, nem aceitemos que nos separem do grande agricultor que é Deus (cf. Jo 15, 1). Procuremos «cristificar» cada vez mais a nossa existência. Ser cristão implica, antes de pertencer a uma religião, pertencer a uma pessoa: a Jesus Cristo.
tão livres como quando nos abrimos à liberdade de Cristo (cf. Gál 5, 1).


Frei Francisco Bezerra do Nascimento, OFMConv.

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