Christus natus est nobis (Cristo nasceu para nós)

Nos dias que se aproximam, gentes de quase todo o mundo desejam entre si paz e felicidade. Façamos nosso, uma vez mais, o cântico que ressoou no primeiro Natal:Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por Ele amados [13]. Nessa altura foram os anjos que o entoaram, agora cabe-nos a nós, aos cristãos, cantá-lo com o bom exemplo e com as nossas palavras de misericórdia e de perdão, com o nosso apostolado constante.

Peçamos a Deus que a violência seja vencida com a força do amor, a todos os níveis da existência. Que os desejos de bondade e de amor que as pessoas trocam nestes dias atravessem realmente todos os ambientes da vida quotidiana. Uma súplica que enviamos ao Céu, recorrendo à mediação materna de Maria Santíssima, recorrendo também à intercessão de S. José, de S. Josemaria e de todos os santos. A eles e a todos vós peço que se unam à minha incessante oração pela Igreja e pelo Papa, pela Obra e por cada um dos seus fiéis e cooperadores, por todo o mundo.

Quero partilhar convosco a minha alegria quando, na catedral de Moscovo, celebrei uma Missa solene em honra do Bem-Aventurado Álvaro del Portillo. Outra manifestação de agradecimento à Santíssima Trindade, que se uniu às muitas Missas de ação de graças celebradas noutras cidades dos cinco continentes.

Quero terminar impulsionando-vos a saborear o Christus natus est nobis da liturgia: Cristo nasceu para nós. Quanto nos ama Deus, que quer que vivamos continuamente n'Ele! Pedi à Sagrada Família pelas minhas intenções.

[13]. Lc 2, 14.

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