COMO OS MÁRTIRES DE TANTOS DIAS, GRITEMOS NÓS NESTE DIA: «VIVA CRISTO REI»!

No número 33 daquele documento, Pio XI expressa o desejo de que «os fiéis retomem coragem e força e renovem a sua adesão a Nosso Senhor, fazendo com que Ele reine nos seus corações». Naquela altura, a Festa de Cristo Rei era celebrada no último Domingo de Outubro. Depois do Concílio Vaticano II, passou para o último Domingo do Ano Litúrgico.
Dizer que Jesus reina é dizer que Jesus salva. A salvação já está preparada desde o princípio, como se diz no convite: «Vinde, benditos de Meu Pai, recebei como herança o Reino que vos está preparado desde a criação do mundo» (Mt 25, 34). Todos nós estamos convidados para pertencermos ao número de quem se diz bem, isto é, ao número dos que são «benditos».

Benditos seremos nós se benditas forem as nossas palavras e as nossas acções. Benditos seremos nós se benditos forem os nossos passos. Benditos seremos nós se contribuirmos para tornar bendita a vida dos outros.
Para que o Bem seja dito, é fundamental que o Bem seja feito. Por isso, há Bem dito quando há Bem feito. O Bem é dito quando o Bem é feito. Fazer bem é, antes de mais e acima de tudo, fazer o Bem. Onde se faz o Bem, aí está Deus também. Deus é o sumo Bem e Cristo é o Pastor que nos guia para o Bem. Escutemos, pois, a Sua voz. E nunca Lhe fechemos as portas do nosso coração (cf. Sal 95, 8). Nós, que tanto exaltamos os feitos de «CR7», não nos esqueçamos de celebrar «CR. Sempre». Pois Cristo é (mesmo) Rei para sempre! Como os mártires de tantos dias, gritemos também nós neste dia: «Viva Cristo Rei»!


Frei Francisco Bezerra do Nascimento, OFMConv.

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