QUANDO COMEÇAMOS A SER «RECORDADORES»

À medida que o tempo passa e a idade avança, somos atravessados por uma espécie de «miscigenação» de sentimentos. Continuamos a ser os sonhadores do ainda que não foi feito. Mas vamo-nos sentindo, cada vez mais, «recordadores» do que já foi realizado. Não é só nostalgia nem saudade. É sentir que o que aconteceu ficou. É com o que já veio que vamos construindo o que (ainda) há-de vir!


Frei Francisco Bezerra do Nascimento, OFMConv.

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