ENTRE AS PERSEGUIÇÕES DO MUNDO E AS CONSOLAÇÕES DE DEUS

As leituras deste domingo mostram a dificuldade de viver como discípulo. Sugerem mesmo que a própria perseguição está sempre à espera do discípulo. Mas asseguram igualmente que o amor de Deus não abandona o discípulo que dá testemunho do Evangelho.

A Primeira Leitura apresenta-nos o exemplo de Jeremias. É o modelo do profeta sofredor, que experimenta a perseguição, a solidão, o abandono por causa da missão. Apesar disso, não deixa de confiar em Deus e de defender as propostas de Deus para os homens.

No Evangelho, é o próprio Jesus que, ao enviar os discípulos, os certifica de que as perseguições são inevitáveis. Mas nessas perseguições, Ele nunca nos abandonará. Se as perseguições nos doem, a presença de Cristo conforta-nos muito mais.

No mundo, temos de contar com perseguições. E, no mesmo mundo, podemos contar também com consolações. Já Santo Agostinho reconheceu que, na vida, vamos caminhando por entre as perseguições do mundo e as consolações de Deus.



Frei Francisco Bezerra do Nascimento, OFMConv.

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