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A VINDA DO AMADO

2,8 É a voz do meu amado!
Eis que ele vem
saltando pelos montes,
pulando sobre as colinas.
9 O meu amado parece uma gazela,
ou um cervo ainda novo.
Eis que ele está de pé atrás de nossa parede,
espiando pelas janelas,
observando através das grades.
10 O meu amado me fala dizendo:
“Levanta-te, minha amada,
minha rola, formosa minha, e vem!
11 O inverno já passou,
as chuvas pararam e já se foram.
12 No campo aparecem as flores,
chegou o tempo das canções,
a rola já faz ouvir
seu canto em nossa terra.
13 Da figueira brotam os primeiros frutos,
soltam perfume as vinhas em flor.
Levanta-te, minha amada,
formosa minha, e vem!
14 Minha rola, que moras nas fendas da rocha,
no esconderijo escarpado,
mostra-me teu rosto,
deixa-me ouvir tua voz!
Pois a tua voz é tão doce,
e gracioso o teu semblante”.
8,6 Grava-me como um selo em teu coração,
como um selo em teu braço!
Porque o amor é forte como a morte
e a paixão é cruel como a morada dos mortos;
suas faíscas são de fogo,
uma labareda divina.
7 Águas torrenciais jamais apagarão o amor,
nem rios poderão afogá-lo.
Se alguém oferecesse todas as riquezas de sua casa
para comprar o amor,
seria tratado com desprezo.


Do Cântico dos Cânticos                 2,8-14; 8,6-7

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