A IGREJA EXISTE PARA COMUNICAR

É claro que não podemos ignorar o que acontece. Mas também não desistamos do que pode vir a acontecer.

A comunicação social não pode limitar-se a ser um eco da realidade. Ela tem de procurar ser um agente de transformação da realidade.


Nesta interação inevitável, salta à vista que a comunicação social, para o bem e para o mal, foi alterando o perfil e o funcionamento da família. Será que a família não poderá alterar o perfil e o funcionamento da comunicação social?

Muitas vezes, confunde-se o combate ao preconceito com a ausência de critérios. Temos de reconhecer que nem sempre a comunicação social é amiga da família. Nem sempre os valores que ela veicula correspondem ao que se espera que sejam os valores da família. Talvez sem querer, a comunicação social arrisca-se, frequentemente, a contribuir mais para a destruição dos laços familiares do que para a consolidação desses mesmos laços familiares.



Frei Francisco Bezerra do Nascimento, OFMConv.

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