FARÃO MUITO OS QUE MUITO FALAM?

À nossa volta, tumultuam palavras que os lábios gritam, mas que poucos ouvidos escutam. Sendo assim, como comunicar, como agir? Já William Shakespeare se apercebera de que «os que falam muito pouco fazem de bom». Aliás, como estão tão ocupados a falar, como poderão agir? Tudo na medida certa. A palavra é essencial. Mas, se (ab)usada com desmesura, provoca imensa amargura!

Frei Francisco Bezerra do Nascimento, OFMConv.

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